"Les tableaux sont effrayants, les principes sont perverts, les conséquences sont terribles, et c'est pourquoi nous avons écrit. S'il est dangereux de parler, il serait perfide de se taire." Jean-Pierre Louis de Luchet
22 de Novembro de 2010

Na próxima quarta-feira, milhares de "malandros que não querem trabalhar" (adicionar um ligeiro sotaque queque na leitura dos vocábulos entre aspas) sairão para a rua em protesto contra as draconianas medidas anunciadas pela junta de salvação dos mesmos de sempre: PSD e PS. O amorfismo que tolhe o discernimento de milhões tem necessariamente que ter um fim. Mais não seja, porque nesta realidade em que nos inserimos, todas as aparências e evidências desaguam num inevitável destino. Que hoje, ou quarta-feira, seja o dia!

 

Aqueles que persistem em camuflar o seu receio ou conformismo com a suposta inutilidade do grito de protesto não sairão vencedores. Tal como vencedores não sairão os que no trono de marfim persistem em perpetuar a estrutural pilhagem dos recursos de todos. Gosto de acreditar e não fujo do sincero lirismo, como se o apelo de voz inquieta pudesse despertar supostos deuses. Ou o mero sentimento geral de humanismo e de justiça. Vozes de burro não chegam aos céus, garante do outro lado da mesa alguém que no Restelo encontrou a última idade. De onde, em bom abono da verdade, nunca saiu.

 

Paremos e lutemos. Os incómodos infligidos em causa própria são incontornáveis, porém microscópicos se comparados com a conta que vai ainda e sempre chegar na volta do correio. Ápices chegam em que sou assolado por imparável vontade de agregar vozes e essências nesta sempiterna luta pelo que é inato ao ser humano: os sentidos de comunidade e de solidariedade. Razões que bastam. E tantas outras. Lá estarei.

coagitado por Daniel Martins às 20:50

A Grécia pediu ajuda ao FMI para estabilizar as suas contas públicas, agora é a vez da Irlanda ter a ajuda da Europa e da Inglaterra. E Portugal será o próximo a pedir ajuda? Muitos especialistas da nossa praça, dizem que já o deveríamos ter feito, outros dizem que não será necessário...eu penso que talvez aconteça, tal vez não.

 

O FMI é melhor amigo da Europa. Esta poderia a frase de um slogan de uma campanha publicitária de uma empresa de crédito. E como clientes, esta semana teria de fazer uma melhoria no seu site: Irlanda.

 

O seu primeiro cliente foi a Grécia, na primavera, e durante 3 anos terá uma politica de austeridade para atingir a credibilidade nos mercados e melhorias na sua economia. Agora, temos a Irlanda, uma economia que sempre foi dada como um exemplo a seguir, pela sua empolgante saúde.

 

Assistimos a uma pressão para que Portugal seja o próximo cliente do FMI, mas a verdade é que Portugal tem um dos melhores sistemas bancários, e que resistiu ao subprime e aos produtos tóxicos que indundam muitos dos bancos europeus. Contudo, a credibilidade no nosso País perante o exterior é péssima e a confiança tremida. Exemplo disso, são as dificuldades de acesso ao crédito por parte do Estado e dos Bancos e consequentemente junto das familias.

 

Mas o FMI não tardará a aparecer e a audar Portugal com o empréstimo de dinheiro, por foça da falta de crédito e pressão dos mercados internacionais.

 


coagitado por Pedro Bras às 12:10
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Li por acaso e adorei..
Claro que à esquerda não há extremistas. Sempre a ...
Danny, ganha juízo, pá
Temos os líderes que merecemos.
Não me ocorre nenhuma maneira melhor de passar um ...
Mas quando?
Gosto das ideias, mas deviam rever o grafismo do b...
Gostei! Continua assim, indomável...
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