"Les tableaux sont effrayants, les principes sont perverts, les conséquences sont terribles, et c'est pourquoi nous avons écrit. S'il est dangereux de parler, il serait perfide de se taire." Jean-Pierre Louis de Luchet
28 de Outubro de 2010

Arrastando os pés seguimos quase que por destino o carro funerário, enquanto me esforço para olvidar a lenga lenga de um padre desconhecido da família e de defunto. Igrejas, vidas, decisões. Mal amanhadas formas de entrar em espiral regressiva face ao derradeiro destino. Nessa hora, o nosso espólio é depositado nas mãos de um qualquer familiar ainda e sempre desamparado. Tudo o que fomos ou não tivemos o engenho de ser perde relevância e tirando o vazio que habitará na consciência dos que nos rodearam, em breve seremos um singelo dado estatístico. Depois disso, raros serão lembrados. E corremos, evitamos, comemos e sorrimos, sempre na ânsia de aproveitar esta aleatória e confusa existência. Fim? Desconheço resposta. Tal como o anónimo sacerdote.

coagitado por Daniel Martins às 23:07
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Li por acaso e adorei..
Claro que à esquerda não há extremistas. Sempre a ...
Danny, ganha juízo, pá
Temos os líderes que merecemos.
Não me ocorre nenhuma maneira melhor de passar um ...
Mas quando?
Gosto das ideias, mas deviam rever o grafismo do b...
Gostei! Continua assim, indomável...
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